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*EXCLUSIVO – Fomos conhecer o trabalho da DOM DAQUI, que mostra o artesão brasileiro no que tem de melhor…

May 11, 2016

Conhecemos a GISELE  BETTIOL  PASSOS , uma brasileira especial.    Ela consegue fazer a ponte entre os artesãos brasileiros e o mercado de produtos feitos à mão de qualidade.  No caso são tapetes artesanais.

 

 

 

 Achamos que a GISELE merece  muitos aplausos e incentivo, pois não é fácil mostrar ao mundo o que o artesão brasileiro faz na área de tecelagem manual.   A GISELE morou fora do País um bom tempo e nos apresenta uma visão diferenciada  destes  artistas.

 

 

 

 

 

 

 

Ela diz que “Até pouco tempo o brasileiro só gostava de coisas de fora e não valorizava o DOM das pessoas DAQUI ”  .  Dai veio a ideia de correr o interior do Brasil procurando produtos feitos à mão .   E não é que ela encontrou coisas lindas ? e de qualidade !  , para concorrer com qualquer coisa pelo mundo afora.

Baseado nisso montou uma empresa em SP, localizada na alma financeira da cidade  –   no conjunto nacional da avenida paulista.   Chamou a Empresa de DOM DAQUI e foi em busca de levar esses produtos especiais para o mercado dos Arquitetos e Designers de Interiores, além de algumas lojas de alto padrão, como a ARTEFACTO .

Mas ela não começou ontem, a DOM DAQUI  já tem 17 anos. Nasceu em Vitoria-ES, depois ficou 10 anos em Salvador-BA e  ha 4 anos está com seu show room em SP.

 

Hoje esses produtos concorrem com os importados da Índia, Irã, Paquistão, etc, que infelizmente ainda são muito mais baratos que os feitos aqui, devido aos altos impostos praticados em nosso País, no entanto em questão de qualidade não deixam nada a desejar.

A GISELE possui um grande carisma, e conhece muito do que esta fazendo, transmitindo o que chamamos           ” CONFIABILIDADE DE BOM GOSTO “, em relação à decoração e aos seus produtos inserido nela.   Inclusive esta é  a opinião de todos, inclusive de arquitetos e designers, que seguem com tranquilidade o que ela indica.

 

 

 

 A DOM DAQUI possui uma estrutura enxuta mas totalmente adequada para apoiar os artesãos em sua busca de reconhecimento pelo que criam.     Os tapetes são feitos sob encomenda e sob medida, inclusive nos padrões de acabamento e cores para os ambientes planejados pelos profissionais da decoração.

 

 

 

 

 

 

 

 A DOM DAQUI também desenvolveu um aromatizador de ambientes realmente sensacional, pena que nesta reportagem  ” ainda ” não conseguimos transmitir cheiros e texturas, vocês iriam adorar ! , vale a pena contacta-la para conhecer melhor seus produtos.

 

 

 

 

Ela nos deixa uma mensagem :

” VOCÊ  TER NA SUA CASA UM PRODUTO FEITO À MÃO É MUITO DIFERENTE DE TER UM FEITO À MAQUINA, PORQUE O FEITO À MÃO VEM ACRESCIDO COM ENERGIA PESSOAL POSITIVA E MUITO AMOR, POIS O ARTESÃO TEM ORGULHO EM FAZER UMA COISA BONITA, QUE SERÁ USADA NA CIDADE GRANDE, AO CONTRÁRIO DE UMA MÁQUINA ”

 

Vejam a seguir como funciona uma tecelagem manual , de acorco com o que a GISELE  nos ensina : 

 

 

A tecelagem é uma técnica milenar de transmissão oral. Seus preceitos são os mesmos: um conjunto de fios verticais que, uma vez dispostos, não se pode mais mudar, entremeando um conjunto de fios horizontais, a trama, através do vai-vem das navetes. A técnica pode dar uniformidade a um grupo possibilitando o pertencimento do tecelão, ou destaque por meio da autoria.

 

 

 

 

Existem diversas técnicas de tecer, cada uma utilizando-se de um diferente tipo de tear. Existem teares de dois a doze pedais, teares sem pedais, com dois ou mais quadros, teares chilenos, mineiros, verticais, horizontais, de cintura.

Dependendo da origem da técnica, o tear pode variar, já que em todos os cantos da terra, talvez não simultaneamente, mas em algum momento da História, o tear foi inventado.

No Brasil, os escravizados trouxeram seus teares de dois pedais entre a parca bagagem. Em certas regiões de Minas Gerais, os europeus introduziram a técnica de quatro pedais a seu modo, ensinando a repetir sem criar, por meio de “receitas”.

Os índios produziam complexos padrões apenas repetindo os mais velhos. A base da permanência da tecelagem no Brasil está calcada na oralidade e, consequentemente, na observação direta e na memória.

 

 

 

 

Alguns fis são preparados em uma roca, antes de irem para o tear. A roca permite uma maior velocidade de fiado e produz um fio mais homogêneo e resistente.

A roca vale-se de uma roda acionada de diversas maneiras (movida em última instância com a mão ou com o pé) que faz girar o equivalente do fuso com certa velocidade e imprime torção ao fio.

Anteriormente à sua invenção, a pessoa que fiava tinha de juntar as fibras e enovelá-las, além de transmitir ao tecido a torção utilizando o fuso.

 

 

 

 

Em tecelagem, o urdume ou urdidura é o conjunto de fios dispostos longitudinalmente através dos quais a trama é tecida. Cada fio de urdume em um tecido é chamado de “urdume final”.

O urdume é uma fibra tecida. A torção da fibra pode ser em “s” ou em “z”. As direções das torções fazem com que os fios fiquem semelhantes as mãos; cada uma o inverso da outra. Inicialmente, as fibras eram de lã ou linho. Estas fibras produziam um fio suficientemente forte para serem mantidos sob tensão como urdume.

Com as melhorias da tecnologia de fiação durante a Revolução Industrial, tornou-se possível fazer fios de algodão de resistência suficiente para serem utilizados como urdumes.

Mais tarde, foram empregadas fibras artificiais ou sintéticas como o nylon ou o  rayon.  A  trama é o fio que é tecido para frente e para trás através do urdume de confeccionar.

 

 

Fontes: Faculdade de tecnologia têxtil de Americana (FATEC) TCC disponível na biblioteca da Faculdade

 

 

 

 É o processo de preparação do rolo de urdume, onde os fios de urdume são todos colocados paralelos em um rolo, feito em máquinas Urdideiras. Tecelagem é o ato de tecer, entrelaçar fios de trama (transversal) e urdume, ou urdidura, (longitudinal) formando tecidos.

 

 

 

 

Tear de pedal

O tear de pedal, em geral, aciona diferentes conjuntos de fios, formando padrões. Podem ter de dois a dez ou mais pedais. Os mais usados possuem quatro quadros com o urdume e seis pedais. Mais caro que o tear de pente-liço, é ideal para confecção de tecidos finos. O tear de pedais também produz tapetes e, neste caso, são bastante grandes.Chamamos de tear de padronagem aquele que garante a mesma técnica, porém é menor, ocupa menos espaço e os pedais são substituídos por “manetes”, alavancas manuais que cumprem a mesma função. O tear de pedal faz tudo que o de pente-liço faz, mas a recíproca não é verdadeira.

Você encontra muitas outras mais informações no site da  DOM DAQUI, inclusive os contatos comerciais para adquirir alguns de seus produtos especiais.

 

http://domdaqui.com/

ou pelos fones : 11  3253 0304

email :   gisele@domdaqui.com

Não deixe de conhece-la, eu recomendo !  VEM COMIGO !

 

 

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Jornalista  Ricarddo de Barros

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